16/05/2011

Saiba como evitar a proliferação do mosquito da dengue

Qualquer local que possa juntar água limpa e parada é um foco do mosquito Aedes aegypti: pratos de vasos de plantas, caixas d’água mal tampadas, latas, garrafas, plásticos, cacos, pneus, piscinas sem tratamento da água, calhas etc.
O perigo maior é em casa. Calcula-se que 90% dos focos do mosquito sejam domésticos. Velas de citronela ou andiroba e repelentes são paliativos: não eliminam o mosquito, apenas o mantêm distante por algum tempo. As velas têm raio de alcance restrito. Os repelentes possuem duração de proteção limitada.
Como evitar a proliferação do mosquito
Coloque areia no prato das plantas ou troque a água uma vez por semana. Mas não basta esvaziar o recipiente. É preciso esfregá-lo, para retirar os ovos do mosquito depositados na superfície da parede interna, pouco acima do nível da água. O mesmo vale para qualquer recipiente com água.
Pneus velhos devem ser furados e guardados com cobertura ou recolhidos pela limpeza pública. Garrafas pet e outros recipientes vazios também devem ser entregues à limpeza pública. Vasos e baldes vazios devem ser colocados de boca para baixo. Limpe diariamente as cubas de bebedouros de água mineral e de água comum. Seque as áreas que acumulem águas de chuva. Tampe as caixas d’água.
Quem quiser denunciar focos, solicitar visita dos agentes e tirar dúvidas sobre a doença pode ligar o Telessaúde: (21) 2599-4742.

As dez principais missões de combate à dengue
1. Cobrir caixas d’água, cisternas, poços e evitar entupimentos de calhas.
2. Vedar com cimento os cacos de vidro nos muros que podem acumular água.
3. Colocar em sacos plásticos, fechar e colocar no lixo copos descartáveis, embalagens, tampas, cascas de ovo e tudo que possa acumular água.
4. Não deixar pneus expostos ao tempo, nunca permitindo acúmulo de água dentro deles.
5. Usar cloro em piscinas, limpá-las com frequência e cobri-las quando não estiverem em uso.
6. Limpar as bandejas externas das geladeiras e ar-condicionado.
7. Esvaziar garrafas, latas e baldes. Guardá-los em local coberto.
8. Guardar garrafas pet e de vidro sempre com a boca para baixo. Guardá-las em local coberto.
9. Lavar semanalmente, com bucha, sabão e água corrente, os vasilhames de alimentação de animais.
10. Lavar os pratinhos dos vasos de plantas e colocar areia até a borda. Evitar plantas como as bromélias, que acumulam água

Feito por: Vitor Santos
Postado por: Nayhara Carvalho

Incra vai vistoria terra invadida por índios xavantes de MT.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) vai enviar 12 técnicos para fazer uma vistoria na área invadida nesta quarta-feira (11) por cerca de 125 índios xavantes, em Alto Boa Vista, região do baixo Araguaia de Mato Grosso. Segundo o superintendente do Incra no Estado, Willian Sampaio, a equipe vai elaborar um levantamento dos posseiros que se enquadram no perfil dos beneficiários da reforma agrária.
Os indígenas alegam que a recente invasão ocorreu porque a terra estaria sendo arrendada para outras pessoas formarem mais pasto. Eles reivindicam a terra Maraiwatsede, ocupada por fazendeiros há mais de quatro décadas. Na década de 60, os índios xavantes foram retirados da área e levados para uma aldeia distante 400 km da região, com ajuda do governo federal. Desocupada, a terra dos índios foi vendida. Mas a justiça reconheceu o direito dos xavantes ocuparem a reserva, tida como sagrada. Só que os fazendeiros permanecem no local com ajuda de recursos que suspendem a decisão judicial.
Por telefone, o cacique Damião Paradzane disse que só vão deixar a fazenda após conversar com representantes do Instituto. O proprietário da terra não foi localizado para comentar o assunto.
Feito por: Vitor Santos
Postado por: Nayhara Carvalho

A polícia procura por uma mulher que manteve a melhor amiga em cárcere privado por cerca de duas horas, em Agudos, a 313 km de São Paulo. A vítima foi torturada e agredida e prefere não se identificar.

A polícia procura por uma mulher que manteve a melhor amiga em cárcere privado por cerca de duas horas, em Agudos, a 313 km de São Paulo. A vítima foi torturada e agredida e prefere não se identificar.
Abalada, ela disse que conhece bem quem a torturou. “Ela era uma irmã para mim. Eu tinha uma verdadeira adoração por ela. Largava tudo na minha casa para ir cuidar dela. Não sei te descrever o sentimento que estou. Essa pessoa é um monstro”, disse.
A vítima teve o cabelo cortado, as mãos amarradas e as pontas de cinco dedos decepadas, depois de visitar aquela que antes era a melhor amiga. Uma criança teria sido usada para ajudar na tortura. “Ela quis fazer a brincadeira de polícia e ladrão junto com o netinho. Ela me amarrou muito forte”, contou a vítima.
Por duas horas a vítima ficou sem poder sair do local, coagida e amarrada. O motivo seria ciúmes, segundo a polícia. Ela só conseguiu fugir após parar de ser torturada quando o marido chegou para buscá-la. A suposta torturadora está sendo procurada pela polícia.
Feito por: Vitor Santos
Postado por: Nayhara Carvalho