15/05/2011

‘Rio’ e a energia brasileira


É difícil discorrer sobre "Rio". Todo mundo pensa que é fácil falar sobre o filme, ainda mais por ser uma animação que fala do Brasil. E é aí que o pessoal se engana, pois o que ocorre é exatamente o contrário. Então, vamos com calma.

O filme conta a história de Blu, uma arara que ainda filhote é sequestrado e enviado clandestinamente aos EUA. Porém, Blu escapa de sua gaiola e é encontrado por Linda, que o cria como seu animal de estimação. Após alguns anos, Linda recebe a visita de Túlio, um brasileiro que pede a ida dela e de Blu ao Rio de Janeiro, uma vez que a espécie de Blu está ameaça de extinção. Logo, ambos partem para a Cidade Maravilhosa durante a época do carnaval.

"Rio" é uma linda animação. Colorida, bem feita e estruturada. Carlos Saldanha fez um bom trabalho que possui como foco a paisagem e a alegria do Rio de Janeiro, exaltando a beleza da cidade, de sua fauna e flora. As cenas musicais são bem encaixadas pelo diretor, não ficam soltas e não parecem desnecessárias. Além disso, a mistura entre o português e o inglês é positiva tanto para o americano, que acaba entendendo a letra, quanto para o brasileiro, que vê seu idioma em um filme norte-americano e comercial.
O filme cumpre seu papel. "Rio" transmite aos seus espectadores a energia brasileira e revela seus respectivos vilões --na realidade sempre piores. Após assistir ao filme, ouço e com bastante frequência pessoas reclamando que a animação não mostra a realidade da cidade, como o atrito entre polícia e o tráfico de drogas, por exemplo. Para essas pessoas a seguinte resposta: "Rio" é ficção, não um documentário.

Mas discussões nacionais à parte, as crianças podem aprender com as lições que o filme defende: amor, amizade, fazer o bem e não as mal, mensagens comuns que assistimos em animações.

Portanto, "Rio" foi feito para divertir e aproveitar. A história leve e alegre supera certos estereótipos que Saldanha pecou ao deixar em seu trabalho. Todavia, mais uma vez o cinema brasileiro se mostra capaz de entrar no mercado internacional.
Falta, além de um investimento maior, uma fiscalização da pirataria. Querendo ou não, 45% dos brasileiros compram Dvds piratas, causando aproximadamente 1,6 bilhão de prejuízo ao cinema nacional. A verdade dói tanto na moral de futuros cineastas quanto no bolso das empresas cinematográficas.
Feito por: Matheus Mendes
Postado por: Nayhara Carvalho

Não à pirataria, sim à acessibilidade.


Imagine que você, pronto para prestar vestibular, deseja se tornar um advogado, por exemplo. Para isso, você entra numa excelente faculdade e é um dos melhores alunos do curso de Direito. Porém, no futuro, ninguém vai precisar mais de você. Tudo o que uma pessoa precisa fazer é entrar na internet e baixar seu trabalho. Você não seria mais útil e ficaria desempregado. Essa é a atual situação dos artistas brasileiros.

Legalizar a pirataria, como pretende o Partido Pirata, é mais do que errado. É um tiro no coração de diferentes indústrias, como a cinematográfica e a fonográfica, por exemplo. Os prejuízos nas vendas acabam com o surgimento de novos artistas. Afinal, sem retorno financeiro, acaba o patrocínio. E então, do que sobreviverá o artista se ele não vende o que produz? A única solução acaba sendo mudar de emprego ou se mudar para outro país.

A solução não é legalizar a pirataria, mas sim disponibilizar o produto para a população e torná-lo acessível, diminuindo os preços, por exemplo. Um álbum, como “Spring Awakening” --musical da Broadway que teve sua versão brasileira realizada por Charles Moeller e Claudio Botelho-- custa US$ 10 nos EUA e chega ao Brasil no preço assustador de R$ 80 ou até mais. Filmes que não foram lançados em território nacional, como “Cabaret” --vencedor de oito Oscar-- custa US$ 10 lá fora e aqui custa aproximadamente R$ 67. Um jogo de videogame que custa US$ 50 chega ao Brasil no valor altíssimo de R$ 300 reais e assim vai. O alto custo, impostos e indisponibilidade dos produtos no Brasil são os principais motivadores da pirataria.

O preço do cinema em família também é um deles. Para nós, adolescentes, é fácil assistir a um filme que custa de R$ 4 até R$ 10. Porém, quando estamos em família, a situação muda. Se os seus pais não pagam meia-entrada, o ingresso deles chega ao valor de aproximadamente R$ 20 cada um. E, então, surge a pergunta: “Para que pagar quase R$ 50 para toda a família assistir ao filme se é possível comprar o mesmo filme por R$ 10 e assistir em casa?”. É um erro que as indústrias brasileiras cometem até mesmo em grande parte da economia: vender menos por valores altos do que vender em maior quantidade por valores baixos. No Brasil não se fala em quantidade, mas sim em custo.

E o cidadão pode fazer sua parte pressionando o governo, como ambiciona a campanha “Preço justo já!”, realizada pelo vlogueiro Felipe Neto. Porém, a situação só mudará se grande parte da população pressionar o governo ao ponto dele não poder mais resistir e ter que acatar a decisão da população, como é o caso da “Ficha Limpa”, que mesmo assim não foi acatado completamente.

Logo, o cidadão não tem culpa de comprar produto pirata. Ele procura o que é mais fácil, acessível e econômico, e não está errado disso. Cabe às indústrias ou ao governo mudar esse pensamento ou acabar com cada um dos artistas que tentam emergir e se manter em suas respectivas indústrias. É duro para quem quer seguir essa carreira ver policiais comprando DVD’s piratas em pleno dia na rua Augusta, em invés de fiscalizar os produtos piratas em geral. Não adianta surgir um cineasta atrás do outro se eles não conseguirem permanecer no mercado de trabalho. Resta apenas o fim de sua carreira e o início de outra carreira.
Feito por: Matheus Mendes
Postado por: Nayhara Carvalho

MacManíacos – Dominam o mercado mundial


Apple passou o Google e se tornou a marca mais valiosa do mundo, segundo uma pesquisa da empresa BrandZ feita em parceria com o “Financial Times”, a Bloomberg e a DataMonitor.
Enquanto o nome da fabricante de iPhones e iPads teve um crescimento de 84% em seu valor na comparação com o ano passado, o do site de buscas caiu 2%.
No total, as cem marcas listadas tiveram uma alta de 17% no seu valor. O Facebook foi a marca que mais cresceu: 246%, atingindo um valor de US$ 19,1 bilhões, ficando em 35º do ranking.
A brasileira Petrobrás está na 61ª posição, valendo US$ 13,4 bilhões, alta de 39% em relação ao ano passado. A marca Itaú vale US$ 9,6 bilhões (90º lugar) e a Bradesco, US$ 8,6 bilhões (98º).
Conheça as dez marcas mais valiosas do mundo:

Marca
Valor em 2010 (US$ bi)
Variação 2009 (%)
Apple
153,3
84
Google
111,5
-2
IBM
100,1
17
McDonald’s
81
23
Microsoft
78,2
2
Coca-Cola
73,8
8
AT&T
69,9
-
Marlboro
67,5
18
China Mobile
57,3
9
General Electric
50,3
12

Nota-se que as oito primeiras marcas do ranking são norte-americanas. Só depois é que aparecem companhias de outros países, como a China Mobile, o banco chinês ICBC (11º, valendo US$ 44,4 bilhões), a Vodafone, do Reino Unido (12º, 43,6 bilhões).
A BP (antiga British Petroleum), cuja plataforma no Golfo do México causou no ano passado o maior vazamento de petróleo da história dos EUA, ainda está no ranking, mas na 64ª posição, valendo US$ 12,5 bilhões. A companhia teve uma queda de 24% em relação a 2010, quando estava em 34º lugar.
Feito por: Matheus Mendes
Postado por: Nayhara Carvalho

Como resistir na escola? (PARA OS QUE FAZEM DIETAS E OS SAUDAVEIS)

Muitas pessoas têm a mesma queixa: queriam emagrecer alguns quilinhos, mas não conseguem se controlar na frente das delícias da escola.  O que fazer?
Primeira coisa: passar vontade não é um bom negócio. Quem se priva demais, uma hora acaba se descontrolando e jogando todo o sacrifício de uma semana pro ar em poucos minutos.
Um dos segredos é comer sempre – a cada 3 horas, para a fome não atacar – e moderadamente – comer um bombom em vez de uma caixa de chocolate, um punhado de salgadinho em vez de um pacote inteiro, um pedaço de pizza em vez da pizza inteira. Acreditem: a lógica do “agora já saí da dieta mesmo então vou me esbaldar” é um péssimo negócio.
O outro – pra mim, o mais importante de todos – é saber fazer escolhas.
Na cantina da escola, por exemplo:
* Troque a coxinha por uma esfiha (assado é sempre melhor que frito)
* Troque o refri normal pelo refri light (é o açúcar do refrigerante que faz ele ser calórico)
* Troque salgadinho de pacote por pipoca (que tem muito menos gordura)
* Troque sorvete de bola por picolé de fruta (com menos gordura e menos açúcar)
* Troque bolachas recheadas por bolachas sem recheio (que tem metade das calorias – mas não vale comer o dobro de bolachas!)
* Troque o cheeseburguer por um misto quente (o hamburguer tem mais gordura que o presunto. E manere no queijo).
Viu só? Sério mesmo, não é tão difícil assim, vocês acham?
Feito por: Matheus Mendes
Postado por: Nayhara Carvalho

Clipe "Judas", de Lady Gaga, causa polêmica.


Lady Gaga  lançou o clipe de “Judas” e  está causando polêmica. Há pouco tempo, a nova música de Gaga vazou na NET. Desde estão, seus monstrinhos (seus fãs), esperam ansiosos pelo vídeo.
Também há pouco tempo, quando ela saiu na Vogue americana, a cantora deu algumas dicas de como seria esse clipe. Veio, então, a notícia de que ela vai contar a sua versão da bíblia no papel de Maria Madalena. Pelo jeito vai ser algo bem a cara dela: excêntrico.
Esse clipe vai tratar da história de Judas Iscariotes. Para quem não sabe, Judas foi um dos apóstolos de Jesus Cristo que, segundo a Bíblia, entregou Jesus aos seus capturadores por 30 moedas de prata.
Chega assim, o quê? Mais uma polêmica de Lady Gaga! Grupos religiosos caem em cima dela. Segundo o jornal “The Sun”, a Liga Católica para Direitos Religiosos e Civis marcou reunião no próximo dia 19 para discutir o assunto.
Dia 11, ela informou a data de lançamento: 19 de abril. “Judas” vai ser o segundo single do álbum “Born This Way”, que será lançado em maio deste ano. Judas será interpretado por Norman Reedus (ator da série “The Walking Dead”).
Meu Deus! Já tem gente falando em Nova Ordem Mundial e Illuminatis! Então já sabe, né? As pessoas vão misturar tudo e chegar à conclusão de que Gaga é uma artista norte-americana que espalha o ocultismo pelo mundo. MUAHAHA!
Feito por: Matheus Mendes
Postado por: Nayhara Carvalho