25/06/2011

Aniversário com espionagem sobre rodas: Pixar comemora 25 anos de produção e lança 'Carros 2'

LOS ANGELES - O último carro que Denise Ream comprou foi há 13 anos, um Volvo S17. De lá para cá, já a aconselharam a trocar diversas vezes, mas ela insiste na sua filosofia de que comprar carro novo é jogar dinheiro fora.

Em 2008, entretanto, Denise foi contaminada por algo que a fez rever seus conceitos. Nessa época, quando terminava sua incursão como produtora do longa de animação "Up", ela foi chamada para ser a produtora executiva do mais novo lançamento da Pixar, "Carros 2", 12º longa do estúdio, que estreia hoje, comemorando os 25 anos da empresa. Desde então, carrega um pingente dourado em forma de carro no pulso e diz que se apaixonou por automobilismo.
- Definitivamente não sou fã de carros, mas agora, por causa do filme, estou desesperada para trocar o meu. Acho que sou uma ótima espectadora-teste, porque o filme é cheio de referências a carros antigos e coisas das quais não entendo nada, então, se ele conseguiu me prender e me divertir, pode fazer isso com qualquer um - ela diz.
Diretor é amante de carros
"Carros 2" é uma criação de John Lasseter, supervisor de todos os roteiros da Pixar, para aproveitar o sucesso de seu antecessor, lançado em 2006. "Carros" foi o sétimo longa mais bem-sucedido da Pixar e a 12ª animação no ranking da história do cinema, uma renda de US$ 462 milhões no mundo. De camisa azul estampada com personagens do novo filme e um relógio temático especial para a ocasião, Lasseter, que assina a direção de "Carros 2" com Brad Lewis, lembra de quando comprou seu Jaguar 1952:
- Foi como conhecer a minha mulher, Nancy. Amor à primeira vista.
Lasseter teve a ideia para o filme quando estava deitado numa cama de massagem e visualizou a primeira cena: Finn McMissile (voz de Michael Caine), um charmoso e eloquente espião inglês traduzido em um elegante carro roxo repleto de gadgets à la James Bond, é levado por um barco de pesca, em tempestuosa noite, para se infiltrar em uma plataforma de petróleo inimiga.
- Em um filme chamado "Carros 2", a primeira coisa que o público espera é ver uma sequência de abertura com carros. Por isso, quis mostrar, logo de cara, o mar e um barco. Para surpreender - diz o diretor.
Na história, o veloz Lightning McQueen (Owen Wilson) parte para um grande prêmio mundial de corridas, promovido pelo mais novo combustível alternativo já desenvolvido, e decide levar seu melhor amigo, o carismático e caipira Mater (Larry the Cable Guy), um velho e enferrujado caminhão de reboque.
O torneio se passa em Tóquio, Londres, Paris e na fictícia Porto Corso, todas devidamente "carrificadas", como eles dizem, como Londres, onde o Big Ben vira "Big Bentley", em referência à marca de automóveis. Em meio à competição, que McQueen disputa com seu mais novo rival, Luigi (Tony Shalhoub), um Fiat 500 metido a besta, Mater é confundido com um espião americano. Ao lado de McMissile e de sua parceira, Holley Shiftwell (Emily Mortimer), o velho reboque tenta desmascarar o vilão que quer acabar com o combustível alternativo em favor da gasolina. 
Feito por: Murilo Augusto
Postado por: Nayhara Carvalho

19/06/2011

Hackers invadem servidores da CIA e derrubam acesso a site

No Twitter, Lulz Security assumiu responsabilidade pelo ataque.Grupo também invadiu site do senado americano e rede da Sony.

O grupo de hackers Lulz Security invadiu nesta quarta-feira (15) o site da CIA, agência de inteligência do governo americano. Por volta das 19h (no horário de Brasília), Internautas que tentavam acessar o endereço cia.gov encontravam uma página de erro. Até a publicação desta nota, a página seguia fora do ar.
Pelo Twitter, o grupo Lulz Security assumiu a autoria do ataque. Os hackers também foram responsáveis pelo ataque ao site do senado americano, às redes da Sony, da Nintendo, das desenvolvedoras de games Codemasters, Epic Games e Bethesda, e da News Corp.
Feito por: Guilherme JPM
Postado por: Nayhara Carvalho

Mulheres desafiam a proibição de dirigir na Arábia Saudita

Várias mulheres sauditas desafiaram nesta sexta-feira (17) a proibição de dirigir no país e saíram dirigindo carros, em protesto contra a discriminação que sofrem, segundo ativistas e testemunhas.
Uma jovem que se identificou como Laila Sindi, da cidade litorânea de Yeda, afirmou em seu Twitter que saiu às 9h (3h de Brasília) junto com uma amiga e sua prima em um veículo conversível e que as ruas estavam tranquilas.
Em Riad, Aziza Youssef, que declarou em seu Twitter ter 54 anos, disse que por volta das 12h (6h de Brasília) dirigiu seu carro e que, inclusive, passou na frente de dois carros da polícia.
De volta à sua casa, ela afirmou que não teve nenhum grande problema, apesar de ter sido seguida por três veículos durante parte de seu percurso.
"Achava que eram policiais, mas eram três jovens que estavam tentavam me proteger", ressaltou.
Outra mulher, que se identificou como Maha, declarou que também dirigiu pela capital acompanhada de seu marido, Muhamad Al Qahtani, presidente da Associação Saudita de Direitos Políticos e Civis.
Por sua vez, Fuz Abdullah disse que foi sua mãe que dirigiu o carro em Riad e que, apesar de não terem visto outras mulheres no volante, não sofreram nenhum tipo de assédio.
Aparentemente, a primeira mulher que desafiou a proibição dirigiu por volta de 0h40 (18h40 de Brasília) na capital e postou um vídeo no Youtube.
Na gravação, que dura pouco mais de três minutos, a motorista usa um niqab.
"Queremos depender de nós mesmas sem ter que contar com motoristas. Temos o direito de dirigir", declarou.
As ativistas saíram às ruas apesar da detenção da organizadora dos protestos, Manal Sherif, em 21 março. Ela foi solta nove dias depois após pagar fiança e se comprometer a desmarcar o protesto convocado para esta sexta-feira.
Manal foi acusada de desrespeitar a ordem pública, dirigir e estimular as mulheres a fazê-lo, além de ter publicado imagens e vídeos em vários sites que estimulam a população feminina a violar a legislação.
Na Arábia Saudita, vale uma estrita interpretação da lei islâmica, que impõe a segregação de sexos em espaços públicos. As mulheres não podem dirigir nem viajar para fora do país sem estarem acompanhadas por um homem da família, entre outras restrições.
No sermão da última sexta-feira, alguns predicadores criticaram esta campanha, chamada "Vou dirigir meu carro", que consideraram "corrupta e imoral".
Comentário: 
É inaceitável que em pleno século XXI, situações como essa aconteçam, em países como a Arábia Saudita se mostra evidente a violação contra os direitos humanos, especialmente com relação as mulheres que são restritas a várias coisas por uma cultura que não conserva o direito da liberdade de se expressar.
Feito por: Vitor Santos
Postado por: Nayhara Carvalho

14/06/2011

Resumo da E3 da Sony:
http://www.youtube.com/watch?v=_XzK0OsEak0&feature=player_embedded


Resumo da E3 da Microsoft
http://www.youtube.com/watch?v=YBii1Zzhnu4&feature=player_embedded


Resumo da E3 da Nintendo
http://www.youtube.com/watch?v=JomufptlUxU&feature=player_
embedded


Feito por: Guilherme JPM
Postado por: Aline Teixeira

UE aumenta indenização a fazendeiros por surto causado por bactéria

A União Europeia aumentou em 40% sua proposta de pacote indenizatório para fazendeiros europeus que tiveram prejuízo com o surto de infecções pela bactéria E. coli na Alemanha.
A nova proposta, de 210 milhões de euros (cerca de R$ 484 milhões) foi feita depois que a França e a Espanha rejeitaram a oferta de 150 milhões de euros (cerca de R$ 347 milhões), por ter sido considerada insuficiente pelos dois países.
O surto da bactéria E. coli já matou pelo menos 24 pessoas, infectou outras 2,4 mil e deixou centenas com complicações renais.
O comissário europeu para Agricultura, Dacian Ciolos, afirmou que mais uma revisão da situação poderá feita.
'No total, teremos um orçamento direto de 210 milhões de euros, que serão destinados para esta medida. Isto vai permitir nossa resposta aos pedidos de compensação para o período de 26 de maio até o fim de junho - 30 de junho.'
'Então tomaremos conhecimento da situação e veremos se precisaremos ou não ajustar estes números', acrescentou.
Indenizações
Segundo o correspondente da BBC em Bruxelas Chris Morris, esta nova quantia não cobre o total das perdas sofridas pelos produtores de verduras e legumes europeus, depois que muitos consumidores europeu pararam de comprar estes produtos.
O surto causou o prejuízo de centenas de milhões de euros, pois toneladas de verduras e legumes frescos foram jogados fora e houve também a grande queda nas vendas e preços.
Morris afirma que a Espanha é um caso particular, pois o governo do país afirmou que espera 100% de indenização para seus agricultores depois que as autoridades alemãs inicialmente, e erroneamente, terem afirmado que os pepinos vindos daquele país eram os responsáveis pelo surto.
Os ministros da Agricultura da França e Espanha afirmaram que os produtores de frutas, legumes e verduras deveriam ser indenizados tomando como base a soma total de suas perdas, estimadas em 417 milhões de euros (mais de R$ 961 milhões) por semana.




Comentário:  Em um meio de crise, como se encontra a Europa nesse momento, o acerto da UE com países como Espanha e França(que rejeitaram a proposta de acerto em um primeiro momento) é importante, pois só com todos fazendo sua parte esse novo surto de infecções será curado. 
Feito por: Vitor Santos
Postado por: Nayhara Carvalho

04/06/2011

BRASÍLIA - O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, suspendeu no início da noite desta quarta-feira a decisão da Comissão de Agricultura de convocar o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci.

De acordo com Maia, a suspensão vale até terça-feira, para que ele possa verificar os vídeos e as notas taquigráficas da sessão, além de ouvir os deputados presentes, para tomar uma decisão final sobre o caso.
VOTE: Palocci deve explicações à sociedade sobre a evolução patrimonial?
ARTICULAÇÃO: Dilma almoça com senadores do PMDB, mas não fala sobre Palocci
Os governistas acusam a oposição de golpe, por não ter ouvido os deputados presentes na comissão e decidido convocar o ministro à revelia. O deputado ACM Neto questionou a decisão do presidente da Casa e argumentou que não há previsão regimental que permita suspender a decisão da Comissão. ACM Neto disse também que a oposição não vai recorrer ao Supremo e entende a decisão de Marco Maia de analisar todos os dados até a próxima semana.
Vaccarezza diz que Palocci não vai prestar esclarecimentos
Na tarde desta quarta-feira, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou que o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, não irá prestar esclarecimentos à comissão de Agricultura da Câmara. Mais cedo, a comissão aprovou a convocação do ministro para explicar a sua evolução patrimonial. Vaccarezza classificou o ato como golpe da oposição e negou que a base tenha se equivocado e permitido que a oposição ganhasse a votação. Vaccarezza disse que ele mesmo informou Palocci do que ocorreu na comissão e que a reação do ministro foi a de classificar o ato como um golpe, que não será validado.

Vaccarezza diz que Palocci não irá a comissão. Foto: Aílton de Freitas



- Não foi manobra regimental, foi um golpe, o que não é bom para o Parlamento. Nenhum golpe dá certo. Toda a vez que o regimento não é respeitado, não vale. A base não cochilou, não. Os deputados estavam indignados. O Palocci considera o mesmo que eu: quando se perde, é uma coisa. Não foi o caso. Golpe, tem como refazer. Ele não irá a esta comissão - disse Vaccarezza.
Os governistas chegaram a anunciar que iriam levantar questão de ordem em plenário, solicitando que o presidente Marco Maia (PT-RS) reveja a decisão tomada pelo presidente da comissão de Agricultura, Lira Maia (DEM-PA). Eles argumentam que a decisão foi tomada à revelia, e que Lira não deu tempo para os deputados se manifestarem claramente.
Maia diz que é preciso aguardar manifestação do procurador
À tarde, Marco Maia disse que o ministro Antonio Palocci (PT-RS) deve dar explicações sobre sua evolução patrimonial e o trabalho de consultoria da empresa Projeto, mas que na Câmara, o debate é político. Segundo Maia, Palocci já está dando explicações á Procuradoria Geral da República e é preciso aguardar a manifestação do procurador. Maia comentou que tem recebido e-mails de pessoas expressando opiniões diversas sobre este tema, alguns a favor da ida de Palocci no Congresso, outros contrários e cobrando o debate sobre outros temas de interesse para o país.
- Eu acho que o ministro Palocci tem que se explicar. Mas também acho que ele está fazendo isso na Procuradoria. Acho que temos que aguardar a manifestação do procurador para não transformar isso em uma disputa entre governo e oposição. É preciso que a procuradoria se posicione e tome a decisão de investigar ou não. Aqui na Câmara, o debate é político - disse Maia.
Mais cedo, o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, também acusou a oposição, em especial o DEM, de aplicar um golpe no Regimento Interno da Câmara ao convocar Palocci.
- Foi um golpe e não aceitamos - disse Luiz Sérgio. - O presidente da Comissão agiu de forma antirregimental. A base vai recorrer. Ele não podia ter colocado em votação e já declarar o resultado - criticou o ministro.
Feito por: Murilo Cavalcanti
Postado por: Nayhara Carvalho

Emissões batem recorde em 2010 e ameaçam meta de combate a aquecimento

As emissões internacionais de gases responsáveis pelo efeito estufa bateram um recorde histórico no ano passado, colocando em dúvida o cumprimento da meta de limitar o aquecimento global em menos de 2 graus, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira pela Agência Internacional de Energia (AIE).
Segundo a agência, as emissões de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, cresceram 5% no ano passado em relação ao recorde anterior, em 2008. Em 2009, as emissões haviam caído graças à crise financeira global, que reduziu a atividade econômica internacional.
A agência estimou ainda que 80% das emissões projetadas para 2020 no setor de energia já estão comprometidas, por virem de usinas elétricas atualmente instaladas ou em construção.
"O significativo aumento das emissões de CO2 e o comprometimento das emissões futuras por conta de investimentos de infraestrutura representam um grave revés para nossas esperanças de limitar o aumento global da temperatura para não mais de 2 graus Celsius", afirmou Faith Birol, economista-chefe da AIE e responsável pelo relatório anual da entidade World Energy Outlook.
Limite
A meta de limitar o aumento global das temperaturas médias em 2 graus foi estabelecida durante a conferência da ONU sobre mudanças climáticas realizada no ano passado em Cancún. O limite foi estabelecido de acordo com um relatório técnico que indicava que se a temperatura global aumentar mais que 2 graus as consequências podem ser irreversíveis e devastadoras.
Segundo os cálculos da AIE, a quantidade de CO2 emitida no mundo atingiu 30,6 gigatoneladas no ano passado, um aumento de 1,6 gigatoneladas em relação ao ano anterior. A AIE estimou que para limitar o aquecimento dentro dos limites aceitáveis, as emissões globais não devem ultrapassar as 32 gigatoneladas até 2020.
Se o crescimento das emissões neste ano igualar o do ano passado, esse limite já terá sido ultrapassado, nove anos antes do prazo.
"O mundo chegou incrivelmente perto do limite de emissões que não deveriam ser alcançadas até 2020 para a meta de 2 graus ser atingida. Dada a redução do espaço para manobras até 2020, ao menos que decisões fortes e decisivas sejam tomadas logo, será extremamente difícil conseguir alcançar a meta global acertada em Cancún", diz Birol.
Segundo a AIE, os países considerados desenvolvidos foram responsáveis por 40% das emissões totais em 2010, mas responderam por apenas 25% do crescimento global das emissões.
Países em desenvolvimento, principalmente China e Índia, registraram um aumento muito maior de suas emissões, acompanhando seu crescimento econômico acelerado.
Quando consideradas as emissões per capita, porém, os países desenvolvidos tiveram uma emissão média de 10 toneladas por pessoa, enquanto na China foram 5,8 toneladas per capita e, na Índia, 1,5 toneladas.
Comentário:
A situação ambiental tanto no Brasil como no mundo é preocupante , com a sociedade de consumo aumentando cada vez mais graças ao aumento da urbanização e industrialização, se os governos não tomarem medidas: como fontes alternativas de energia, o legado para as próximas gerações será preocupante. 
Feito por: Vitor Santos
Postado por: Nayhara Carvalho